1. Evidência de mercado e intenção
O ponto de partida não é o anúncio. Primeiro são avaliados demanda, intenção de busca, concorrência, qualidade da oferta, regras comerciais e restrições de tráfego. Sinais públicos indicam mercado, mas não são tratados como prova de lucro.
2. Economia antes da mídia
Comissão ou margem líquida, custos variáveis, reserva de reembolso, CPC esperado e taxa de conversão formam a base da avaliação. O CPA máximo nasce da economia da oferta; não é escolhido por um valor fixo arbitrário.
3. Tracking antes da interpretação
Uma campanha sem medição confiável não produz aprendizado confiável. Por isso, eventos, destinos e conversões são tratados como gate técnico antes de usar os dados para escalar, pausar ou comparar hipóteses.
4. Teste com hipótese e condição de parada
Cada experimento deve deixar explícitos hipótese, investimento, dados observados, interpretação, confiança e próxima ação. Falha de tracking, tráfego claramente irrelevante, violação de política ou limite financeiro atingido são motivos para interrupção imediata.
5. Pareto para capital pequeno
A operação prefere poucos produtos, poucos canais e poucas hipóteses com evidência suficiente. Pulverizar verba reduz a capacidade de aprender e pode transformar falta de amostra em decisões erradas.
6. Analytics & Learning
O resultado de cada teste alimenta critérios futuros. O objetivo é construir um histórico de padrões que se repetem em vencedores e perdedores, sempre subordinado à hierarquia: política e segurança, dados reais, economia, princípios de marketing e hipótese.